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Quais são os tipos de e-commerce existentes?

Tempo de Leitura: 6 minutos
Quais são os tipos de e-commerce existentes
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Não tem como negar que o e-commerce está presente na vida de muitos brasileiros e empreendedores, não é mesmo?! Mas você sabe quais são os tipos de e-commerce que existem?

B2B, B2C, C2C, C2B, B2A: se você ainda não conhece esses termos aplicados no comércio eletrônico, este artigo é para você entender essas e outras questões do universo das lojas virtuais.

O que é um e-commerce?

E-commerce, ou em porutugês “comércio eletrônico”, é o termo que se refere a sites que realizam atividades de venda e compra de maneira online. 

Vale lembrar que essas transações não envolvem somente a compra e venda do produto em si. É preciso considerar todas as etapas do processo como nota fiscal, fornecedores, previsão de compras, gestão de estoque, logística e muitas outras atividades.

Os tipos de e-commerce tiveram uma expansão nas últimas décadas, principalmente durante a pandemia, substituindo as lojas tradicionais ou se aliando a elas – por exemplo, muitos empreendedores que tinham apenas lojas físicas começaram a vender online também, ingressando assim no varejo híbrido.

Em março de 2020, por exemplo, segundo dados da ABComm, surgiram 80 mil novas lojas virtuais. Entre março e abril, foram 25 milhões de pedidos em 4 mil lojas virtuais. Já o número de clientes com pelo menos uma compra on-line subiu para 1 milhão. 

Os dados gerais sobre o setor de e-commerce são significativos, mas algumas marcas têm alcançado resultados impressionantes. 

Um exemplo é o Mercado Livre, que registrou a aquisição de 5 milhões de novos clientes entre 24 de fevereiro e 3 de maio, representando um crescimento de 45% em relação ao mesmo período do ano anterior. É interessante destacar que, dentre esses novos clientes, 2,6 milhões são brasileiros.

Outro exemplo é a Riachuelo que, por sua vez, obteve um crescimento ainda mais impressionante, mesmo sendo uma marca do setor de moda, considerado uma necessidade secundária. Entre 4 e 12 de abril, as vendas on-line da loja apresentaram um aumento de 124%, enquanto o tráfego do site cresceu 56% em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Como os e-commerces surgiram?

Há pouco tempo, não havia muitos outros meio de realizar compras se não fosse de forma física. No Brasil, por exemplo, o e-commerce tem menos de duas décadas de existência.

No entanto, com a popularização da internet na segunda metade da década de 90, o e-commerce começou a se assemelhar ao que é hoje. Desde então, o comércio eletrônico deixou de ser uma tendência e se tornou uma realidade sólida para aqueles que buscam facilidade e praticidade ao fazer compras.

Como funciona o e-commerce?

Basicamente, as etapas envolvidas na venda de produtos em um e-commerce são as seguintes:

  1. Exposição de produtos: os vendedores anunciam seus produtos em uma plataforma online, fornecendo informações detalhadas, como fotos, especificações técnicas, dimensões e preços.
  2. Pagamento: os consumidores selecionam os produtos desejados e fornecem informações básicas para o cadastro, como nome, endereço e contatos. Em seguida, escolhem um método de pagamento, como cartão de crédito, débito ou boleto.
  3. Entrega dos produtos: caso haja necessidade de frete, o valor é incluído no total da compra. Após o pagamento, o cliente aguarda a entrega do produto no local escolhido.

Além dessas etapas, existem outras questões relacionadas ao marketing, atendimento ao cliente, pós-venda e muito mais.

Tipos de e-commerce

Existem diferentes tipos de e-commerce no Brasil. Conheça os principais a seguir.

1. Business to business (B2B)

No e-commerce B2B, as transações ocorrem entre empresas, ou seja, é uma empresa vendendo produtos ou serviços para outras empresas via loja virtual. 

Exemplos comuns de B2B incluem papelarias e lojas de móveis para escritórios e equipamentos de proteção para construção. 

No business to business, o volume de vendas e o faturamento tendem a ser maiores nesse modelo, porém, também há exigências maiores, como rapidez na entrega, alta qualidade nos produtos e serviços, além de disponibilizar um grande volume de produtos.

2. Business to consumer (B2C)

Esse tipo de e-commerce é o mais conhecido, é o que envolve a relação entre uma empresa e o consumidor final. 

O B2C é o tipo de e-commerce mais usado por varejistas que vendem produtos como roupas, cosméticos, móveis, eletrodomésticos, eletrônicos, materiais de construção,entre muitos outros segmentos. 

3. Consumer to consumer (C2C)

O comércio de consumidor para consumidor (C2C) é um tipo de e-commerce que se expandiu com a internet, proporcionando diversas oportunidades de compra e venda entre pessoas.

Talvez você já tenha ouvido falar ou até utilizado da OLX (site de vendas de usados em geral), Enjoei (site de venda de roupas usadas) e Estante virtual (site de livros usados).

Nesse formato, os consumidores têm a possibilidade de vender produtos ou até mesmo serviços diretamente para outros consumidores. Isso engloba desde profissionais de limpeza, entregadores, freelancers e outros prestadores de serviços em geral.

Existem inúmeros marketplaces que oferecem um ambiente propício para aqueles que desejam investir nesse modelo de negócio e obter uma renda extra.

4. Consumer to business (C2B)

A relação dessa modalidade se dá entre o consumidor e as empresas, de maneira inversa ao B2C, ou seja, é quando pessoas físicas fazem vendas para pessoas jurídicas. 

Esse modelo ainda é pouco explorado, mas tende a crescer em relação a sua praticidade e poucas exigências formais.

5. Business to administration (B2A)

O B2A é um dos tipos de e-commerce mais incomuns, pois esse modelo refere-se a transações realizadas entre empresas e a administração pública. Isso abrange serviços fiscais, previdência social, serviços de emprego, documentos legais, registros, etc.

Para fornecer para o governo, é necessário estar em dia com as leis trabalhistas e o pagamento de impostos, participar e vencer licitações, cotações e/ou tomadas de preço, além de estar cadastrado em um sistema nacional de fornecedores.

Modalidades de e-commerce

Dentro do contexto do E-commerce, existem três modalidades específicas que utilizam diferentes plataformas para o comércio online, são elas:

m-commerce: vendas a qualquer hora e em qualquer lugar

O chamado Mobile Commerce, ou M-commerce, refere-se às transações comerciais ou vendas online realizadas por meio de dispositivos móveis, como smartphones ou tablets.

Atualmente, é difícil encontrar alguém sem um celular ao alcance das mãos. Com o ritmo acelerado da sociedade e o consumo excessivo, a forma mais simples e rápida de fazer compras é por meio de dispositivos móveis.

Essa modalidade representa uma evolução do E-commerce, sendo uma grande oportunidade para conquistar clientes que estão sempre conectados e preferem a mobilidade do smartphone para suas compras.

Além disso, o M-commerce utiliza a interatividade das redes sociais para potencializar as vendas. É possível aumentar a visibilidade da marca, pois as pessoas têm facilidade em compartilhar suas experiências de compra com amigos.

s-commerce: vitrine da rede social

Conhecido como Social Commerce, essa modalidade permite a integração da loja virtual às mídias sociais, possibilitando a interação do usuário com o conteúdo oferecido.

Na página, o consumidor pode avaliar a qualidade do produto, do atendimento, compartilhar, fazer comentários e muito mais.

Quando um produto é compartilhado, a empresa ganha ainda mais visibilidade através de divulgações gratuitas.

t-commerce: do conforto de casa

Essa modalidade, também conhecida como comércio de televisão, utiliza a tecnologia em conjunto com a parte criativa de filmes, séries e comerciais das mais variadas produções independentes.

Existem muitos fatores que contribuem diretamente para o crescimento do mercado de E-commerce no Brasil. Entre eles estão os avanços tecnológicos e o constante desenvolvimento de novas soluções.

Hoje, a TV digital, por exemplo, conta com recursos que permitem uma maior interatividade do telespectador e a exploração de novos campos.

O T-commerce oferece uma nova forma de geração de receita para emissoras, serviços de streaming, marcas, entre outros.

Como gerenciar seu e-commerce

Saber lidar com a burocracia envolvida na abertura de uma loja física pode ser desafiador, mas no ambiente virtual, isso pode se tornar muito mais simples e rápido! 

Aqui estão algumas dicas para ajudar você a gerenciar seu e-commerce de forma eficiente:

1. Escolha uma plataforma completa

Opte por uma plataforma que ofereça recursos abrangentes e integrações com outros canais de venda. O sistema vhsys, por exemplo, permite que você crie sua própria loja virtual e faça integrações com a Shopee, NuvemShop, entre outras plataformas renomadas.

2. Utilize funcionalidades que facilitem sua rotina

Ao escolher um sistema de gerenciamento, verifique se ele oferece funcionalidades que agilizam e simplificam suas operações diárias. Recursos como controle fiscal, financeiro, emissão de Nota Fiscal Eletrônica, controle de vendas e estoque em um único lugar são essenciais para otimizar seus processos.

3. Automatize tarefas repetitivas

Identifique tarefas que consomem muito tempo e busque automatizá-las. Por exemplo, o sistema vhsys pode ajudar a automatizar a emissão de notas fiscais eletrônicas, evitando retrabalho e reduzindo erros.

4. Mantenha-se atualizado com as regulamentações fiscais

Fique atento às obrigações fiscais e mantenha seu e-commerce em conformidade com a legislação vigente. Utilizar um sistema que acompanhe as mudanças fiscais e atualize automaticamente suas funcionalidades é fundamental para evitar problemas legais.

5. Analise dados e tome decisões estratégicas

Aproveite as ferramentas de análise disponíveis no sistema para obter insights sobre o desempenho de seu e-commerce. 

Avalie métricas como vendas, estoque, margens de lucro e comportamento dos clientes para tomar decisões embasadas e direcionar seu negócio de forma mais eficiente.

Lembre-se de que o ERP vhsys oferece um teste gratuito por 7 dias. Aproveite essa oportunidade para explorar todas as funcionalidades disponíveis e descobrir como ele pode impulsionar seu negócio online.

Uma resposta

  1. Olá, Fernando. Gostaria de saber o seu sobrenome para que eu possa referenciar em meu trabalho acadêmico.

    Ótima matéria.

    Att,
    Igor

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