O que você vai encontrar?
Se você tem um pequeno negócio e já precisou cadastrar um produto, provavelmente se deparou com o código EAN. Esse código está presente em praticamente tudo que compramos e tem um papel importante na organização do estoque, nas vendas e até na emissão de notas fiscais.
O código EAN (European Article Number) é o código de barras nas embalagens de quase todo produto. Ele é composto por uma sequência numérica única, que identifica de forma padronizada cada item no mundo todo. Quando você passa um produto no caixa e o sistema já reconhece o que é e o preço do produto, devido ao código EAN.
Na prática, o código EAN ajuda a automatizar o processo de venda, facilita o controle de estoque e evita erros no cadastro de produtos. Ele é como o “CPF” de cada item: único e padronizado. Para quem tem loja física ou virtual, o EAN garante que o sistema reconheça corretamente o produto na hora da venda ou da emissão da nota fiscal.
Sem um código padrão, como o EAN, o risco de confundir produtos parecidos é grande. Imagine duas versões de um mesmo sabão líquido com tamanhos diferentes: o código ajuda o sistema a saber exatamente qual deles está sendo vendido. Isso evita erros de estoque, retrabalho e insatisfação dos clientes, por exemplo.
O código EAN mais comum é o EAN-13, que tem 13 dígitos. Eles seguem uma lógica que inclui o país de origem, o fabricante e o número do produto. Tudo isso é transformado em um código de barras para facilitar a leitura nas lojas.

Se você revende produtos de marcas conhecidas, o código EAN normalmente já está impresso na embalagem, perto do código de barras. É só digitar os números no sistema ou escanear com um leitor.

Nem sempre. Se você fabrica seus próprios produtos, como cosméticos artesanais, alimentos caseiros ou roupas personalizadas, pode vendê-los sem um EAN — mas, se quiser vender em marketplaces, supermercados ou emitir nota fiscal com mais precisão, o código pode ser exigido.
Não é sempre obrigatório, mas pode ser exigido dependendo do produto ou da empresa que vai receber a nota fiscal. Em alguns segmentos, principalmente supermercados e farmácias, o EAN é obrigatório na NF-e. Além disso, preencher o EAN corretamente evita rejeições na hora de emitir a nota.
Empreendedores que fabricam seus próprios produtos precisam gerar um EAN único para cada item. Para isso, é necessário se cadastrar na GS1 Brasil, organização responsável pela padronização desses códigos. Lá você consegue comprar uma licença e criar códigos exclusivos para seus produtos.
Confira um passo a passo para criar um código EAN:
Entre no site oficial da GS1 Brasil e clique na opção para se associar.
Preencha os dados do seu CNPJ, endereço, informações do negócio e um contato responsável.
A GS1 oferece diferentes planos, dependendo da quantidade de produtos que você quer cadastrar. Para quem está começando, existe a opção com menos códigos e menor custo.
A geração dos códigos EAN tem um custo. Após o pagamento, você terá acesso à sua faixa de numeração exclusiva.
Depois de aprovado, você pode acessar o sistema da GS1 e começar a gerar os códigos EAN dos seus produtos.
Você pode imprimir os códigos como etiquetas ou incluí-los diretamente nas embalagens dos seus produtos.
Qualquer empresa, de qualquer porte, pode criar códigos de barras, desde que esteja registrada na GS1. Mesmo pequenos negócios podem fazer isso e, muitas vezes, isso abre portas para vender em lojas maiores, marketplaces e supermercados.
O “EAN” (European Article Number) é um sistema de códigos de barras mais antigo, enquanto “GTIN” (Global Trade Item Number) é um termo mais atual e amplo que inclui diferentes tipos de códigos de barras, como o EAN. De forma resumida, todos os EANs são GTINs, mas nem todos os GTINs são EANs.
O SKU é um código interno, criado pelo próprio lojista, para organizar o estoque. Já o EAN é um código padrão mundial, ou seja, o SKU ajuda você a controlar os produtos dentro da sua empresa, enquanto o EAN ajuda o mundo a reconhecer o seu produto.

No vhsys, você consegue cadastrar seus produtos com EAN de forma prática e rápida. Se já tiver o código de barras, basta escanear e o sistema reconhece. Se ainda estiver organizando seus produtos, consegue gerar e associar códigos internos, facilitando o controle de estoque, vendas e emissão de nota fiscal.
Além disso, com o módulo de controle de estoque, o sistema permite acompanhar a entrada e saída de produtos, criar alertas de estoque mínimo e manter tudo organizado.
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