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Tipos de investimentos para empresas

Tipos de investimentos para empresas

Receber um grande aporte financeiro é o sonho de muitos empreendedores. Esse dinheiro pode impulsionar um negócio, ajudando no seu crescimento e sucesso. Existem vários tipos de investimentos, cada um para uma etapa específica do desenvolvimento de uma empresa.

Confira agora quais são os investimentos mais praticados no mercado e qual se encaixa na realidade do seu empreendimento:

3 F: Family, Friends and Fools

Esse é o primeiro investimento de uma startup, além do dinheiro que saiu do próprio bolso dos empreendedores. É aquele que vem dos familiares, amigos e pessoas próximas aos idealizadores, que se interessam pelo negócio. Em geral, não é possível captar muitos recursos nesse modelo, mas esse financiamento é essencial para dar um passo inicial e testar a ideia do projeto.

Crowdfunding – Financiamento Coletivo

Esse modelo também costuma ser usado por empresas que estão começando. Os empreendedores inscrevem a ideia de negócio em uma plataforma online, permitindo que quaisquer pessoas físicas ou jurídicas se interessem pelo projeto e ofereçam dinheiro em troca de recompensas, que variam de natureza segundo o valor do depósito. Nesse processo, há uma data-limite para realizar as ofertas – se o prazo for ultrapassado e a quantia total não for arrecadada, cada centavo retornará para seus investidores.

Essa modalidade foi recentemente regulamentada pela Comissão de Valores Mobiliários, autorizando que empresas com receita anual de até R$ 10 milhões recorram ao financiamento coletivo para captar até R$ 5 milhões, no prazo máximo de 180 dias, sem precisar de registro de oferta e de emissor na Comissão. Essas regras foram oficializadas pela instrução CVM 588.

Aceleradora

Esse tipo de investimento é feito por organizações que buscam startups no seu momento inicial, na identificação de oportunidade de negócio. Além do capital, geralmente essas instituições oferecem vários benefícios para os empreendedores, como capacitação, espaço de trabalho (que costuma ser em coworkings), mentoria e treinamentos. Tudo isso para tirar a ideia do papel e ajudar nos primeiros passos da empresa.

Esse financiamento normalmente é o de valor mais baixo em relação aos de capital de risco (descritos abaixo). No entanto, as vantagens extras, mais a possibilidade de realizar networking com outros empreendedores e profissionais, podem ser fatores de peso na busca deste modelo quando seu negócio ainda está em fase inicial.

Investimento-Anjo

Um dos mais conhecidos e desejados investimentos, este tipo de aporte é realizado por uma pessoa física ou jurídica de grande reconhecimento e trajetória no mundo dos negócios. Neste caso, não é só o dinheiro que beneficia a empresa, e sim toda a bagagem de conhecimento desse empreendedor, pois ele se torna um mentor do projeto. Esse financiamento é considerado de alto risco, pois quem oferece o dinheiro não tem plena certeza de seu retorno.

Por isso, essa modalidade é empregada em negócios que já estejam em uma fase mais avançada: quando o produto/serviço já foi testado e aprovado no mercado e a empresa tem um plano de expansão bem definido.

A atividade do investidor-anjo foi regulamentada em 2016, no entanto, em julho de 2017, uma nova norma instituiu uma alíquota de imposto de renda em cima dos rendimentos dos aportes desse modelo, o que pode desestimular esse tipo de financiamento no país.

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Seed Capital – Capital Semente

Esse investimento é um passo além do investimento-anjo. A empresa já deve ter provado que tem potencial, contando com uma base considerável de clientes, um modelo de negócio mais definido e ação de mercado mais amadurecida. Esse dinheiro irá dar o impulso financeiro necessário para a expansão do projeto.

Geralmente esse aporte é feito por meio de um fundo composto por vários investidores, para diminuir o risco e ampliar a chance de retorno financeiro por investir em múltiplas empresas.

Venture Capital

Agora é o momento de conseguir um investimento de maior peso financeiro. Realizado por meio de um fundo, este tipo é direcionado a startups que estejam em um momento de alto crescimento, já escalando, e com grandes expectativas de mercado. O termo venture capital (ou VC) também é aplicado aos outros tipos de capitais de risco (a partir do investidor-anjo em diante).

Normalmente, esse modelo é efetivado com o propósito de, futuramente, abrir o capital da empresa, realizar uma fusão ou operação de venda.

Private Equity

Esse modelo de investimento é mais voltado a grandes empresas que estão em processo de consolidação, pois é um fundo que disponibiliza um alto valor de aporte. Com esse grande financiamento, os investidores tornam-se sócios do negócio e participam ativamente de sua gestão. Mais tarde, quando o empreendimento obtém grande sucesso, as partes dessa sociedade possivelmente serão vendidas, concretizando assim o retorno financeiro.

Geralmente esse tipo de financiamento acontece para preparar a organização para abrir seu capital e entrar na Bolsa de Valores, ou então para participar de fusões e aquisições.

Deixe suas contas no azul antes de procurar um investimento

Ter um aporte financeiro é o desejo de muitos empreendedores, não importando o estágio ou tamanho de seu negócio. No entanto, esse dinheiro não vem de graça: em maior ou menor escala, o investidor terá alguma influência sobre os processos e decisões da empresa aportada.

Por segurança, para se concretizar o investimento costuma-se exigir alguns documentos e até mesmo uma auditoria na empresa que pretende-se aportar, com o objetivo de investigar os relatórios financeiros e contábeis e verificar a situação do empreendimento.

Por isso, antes mesmo de procurar um investidor, seu negócio deve estar com suas contas no azul, as áreas financeiras, legais e contábeis saudáveis e os processos muito bem organizados. Essa tarefa é mais difícil de se resolver se o empreendedor ainda utiliza planilhas manuais, que são complicadas de se controlar e armazenar.

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O software também oferece módulos específicos para vendas e faturamento, compras, estoque e serviços, otimizando diversas áreas de um negócio. Além disso, os dados cadastrados no sistema são usados na elaboração de relatórios detalhados, que irão ajudar você a visualizar o desempenho da sua empresa e decidir os próximos passos de seu crescimento.

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Rosana Moraes
Sobre o autor
Rosana Moraes
Assistente de Marketing de Conteúdo na VHSYS. Formada em Jornalismo pela PUCPR, com especialização em Mídias Digitais pela Universidade Positivo.

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