Fintechs: o uso da tecnologia para resolver problemas financeiros
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Inovação e Tecnologia

A revolução das Fintechs e o seu impacto nas relações econômicas

A revolução das Fintechs e o seu impacto nas relações econômicas

Para emplacar com um empreendedorismo, o produto ofertado deve ser, de forma criativa, a solução para um problema. O “problema” em questão está presente em praticamente todos os serviços do nosso cotidiano com o transporte, telecomunicações, tributações. No Brasil, os serviços financeiros são campões de críticas e insatisfação popular.

Essas startups, denominadas FINTECHS, crescem na medida que incomodam as grandes corporações e os grandes bancos, provocando polêmicas por onde passam. Quer saber mais sobre esse mercado? Então acompanhe nosso artigo!

Fintechs: o que são?

Basicamente falando, as fintechs são empresas que utilizam a tecnologia para oferecer produtos inovadores de serviços financeiros. Com o intenso uso da tecnologia, esses novos produtos e serviços geralmente são mais práticos, eficientes e feitos para dispositivos móveis (smartphones e tablets).

O sucesso das fintechs se deve ao seu modelo de negócio focado no meio digital, a fim de facilitar o dia-a-dia do consumidor, reduzir a burocracia e oferecer bons produtos e serviços sem gastar tempo, recursos (como papel) e, principalmente, dinheiro.

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Revolução financeira

O criador do polêmico Nubank (que falaremos a respeito mais adiante), David Veléz, já afirmou, em várias ocasiões, que o que o levou a criar o Nubank foi, justamente, o sistema financeiro burocrático que impera no Brasil. Veléz encontrou na frustração com a demora nas agências e o tão criticado atendimento nos grandes bancos, a matéria prima para a inovação dos serviços financeiros. Portanto, já podemos concluir que a existência das fintechs é modernizar nossos sistemas financeiros.

Cases de sucesso

Para compreendermos melhor o que é uma fintech, vamos analisar a proposta de três startups de sucesso. Começando pelo Guia Bolsocriado por Benjamin Gleason e Thiago Alvarez, dois consultores financeiros que perceberam, por meio do seu trabalho, a dificuldade que as pessoas tem em administrar as suas finanças e controlar os gastos em suas contas bancárias.

Para facilitar a administração financeira pessoal e familiar, os sócios desenvolveram um aplicativo que permita o controle dos gastos através dos smartphones.

Já a Stone veio para derrubar o, até então, “duopólio” de cartão de crédito. O propósito, de acordo  com a empresa, é de “fazer diferente, servir os comerciantes com excelência e prover as melhores tecnologias e inovações do mercado”. A Stone, 100% brasileira, é uma adquirente de cartão de crédito autorizada pela Visa e Mastercard para realizar inúmeras transações.

Já a Nubank, que inclusive, falamos em outro artigo, vem revolucionando a economia com seu cartão de crédito prático, totalmente digitalizado e sem cobrar taxa de anuidade, lucrando somente com as taxas cobradas das empresas que realizam as transações. Seu recurso mais elogiado é a praticidade operacional, que permite monitorar todas as transações com o cartão através do seu aplicativo, além de reduzir a burocracia no atendimento (feito por e-mail, chat ou telefone).

Considerações

A revolução das Fintechs e o seu impacto nas relações econômicasO mercado das fintechs está em constante expansão. O FintechLab, maior hub de conhecimento, conexão e advisory sobre o mercado de Fintechs nacional, atualmente conta com mais de 200 empresas cadastradas em seu sistema. Essas empresas caíram no gosto do consumidor justamente por serem empresas de tecnologias atuando na área financeira para oferecer soluções tecnológicas eficientes de serviços constantemente criticados.

Ou seja, quem faz a fintech já tem um propósito definido para revolucionar os ultrapassados e estagnados serviços financeiros do país. O feedback para essas startups tem sido tão positivo que os bancos vêm repensando suas estratégias comerciais e modernizando-se, mesmo que à força, para competir com as novidades.

Atualmente, o Itaú tem o Cubo, um ecossistema para empreendedores, o Bradesco tem o seu próprio programa de inovação – a InovaBra e o Santander tem seu laboratório de inovação. A tecnologia, a inovação e a criatividade são realidades. Cabe a nós abraçarmos as grandes ideias.

 

Fernando
Sobre o autor
Fernando
Formado em Marketing e Coordenador de Marketing de Conteúdo na VHSYS.

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