Como escolher o regime tributário mais adequado para sua empresa?

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Como escolher o regime tributário mais adequado para sua empresa?

No momento da escolha da forma de tributação de uma empresa são muitos os fatores envolvidos. Possibilidade de créditos, o tipo de atividade empresarial, as burocracias envolvidas no processo, bem como as alíquotas devem interferir. Adotar um regime tributário inadequado pode significar arcar com despesas desnecessárias e gerar desgaste fiscais para sua empresa. Neste artigo vamos falar sobre tributação e como encontrar a mais adequada à realidade de sua empresa.

O simples nacional é uma opção que deve ser considerada pelos micro e pequenos empresários pelo seu enquadramento ser menos burocrático. Além de outros benefícios. Falamos mais desse regime tributário aqui.

Para aqueles cuja atividade não permite a adoção o Lucro Presumido surge como alternativa.

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Para chegar ao regime mais adequado é preciso considerar todas as possibilidades. Nesse processo entender algumas questões internas é essencial.

A margem de lucro, por exemplo, deve ser analisada. Entender que a liquidez do negócio é mais importante que o faturamento em si na hora de apurar os impostos. Atividade que tenham lucro presumido recebem alíquotas de 32% sobre lucro. Desse modo, se a margem de lucro da empresa está em torno dos 25% o Lucro Real é mais vantajoso.

Regime tributário mais adequado

A possibilidade de conseguir créditos tributários é outra questão a ser verificada. Isso porque o Programa de Integração Social, o PIS, e da Contribuição do Financiamento da Seguridade Social, o Cofins, indica se o Lucro Presumido ou o Lucro Real são a melhor opção.

Por exemplo, se a presunção de lucro for a mesma que a liquidez o Lucro Real pode ser a melhor opção. Pois nesse caso o pagamento do IRPJ e do CSLL ocorrem, mas o pagamento dos valores mensais do PIS e COFINS são reduzidos.

A desoneração da folha de pagamento é outro fator preponderante. Isso porque  com o intuito de desonerar a folha de pagamento, o governo substitui a cobrança de 20% sobre o total da remuneração da folha de pagamento para a CPP; em seu lugar fica a obrigatoriedade do pagamento de alíquotas que oscilam entre 1,5% e 4,5%. Nesse caso é necessário avaliar a economia e os gastos com alíquotas para depois definir qual a melhor para sua empresa.

Para ter a decisão mais acertada sugerimos contratar com a assessoria de um contador, profissional que saberá como ajudá-lo.

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