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Gestão do Negócio

Empresa Familiar: como evitar erros comuns que prejudiquem o negócio

Empresa Familiar

Pai, mãe, filhos, primos, tios… ter uma empresa com familiares é uma realidade dos micro e pequenos negócios brasileiros. Segundo o Sebrae, em pesquisa divulgada em 2017, 52% dos empreendimentos deste porte no país se encaixam nesta descrição: em cada dez microempresas (ME), metade tem a presença de parentes e, no caso das Empresas de Pequeno Porte (EPP), são seis em cada dez.

Ao começar um negócio, é normal contar com a colaboração de familiares, tanto como funcionários como em cargos superiores da administração. Este tipo de relacionamento próximo pode ter pontos positivos e negativos na gestão de uma empresa. Em geral, este tipo de configuração empresarial possui uma estrutura mais enxuta e menos níveis hierárquicos, o que agiliza as tomadas de decisão, além de contar com uma ligação maior das pessoas com o bem-estar e sucesso do empreendimento.

No entanto, no dia a dia há algumas situações específicas das empresas familiares que, se não bem administradas, podem prejudicar o seu futuro. Se você tem um empreendimento com algum parente, confira essas dicas abaixo para evitar alguns erros que podem atrapalhar o desenvolvimento do seu negócio:

1 – Regras claras

A falta de normas bem definidas é prejudicial a uma empresa, especialmente quando no quadro de colaboradores há pessoas de relacionamento pessoal muito próximo. Nenhum funcionário, independentemente do grau de hierarquia ou parentesco, pode ter vantagens adicionais ou ter condutas que não seriam apropriadas ao ambiente empresarial. Por isso, é importante estabelecer regras claras de convivência, atuação e relacionadas a tomada de decisões para que haja um bom entendimento entre as partes e se evite situações desagradáveis.

2 – Contas pessoais separadas das empresariais

Um dos principais erros cometidos pelos empreendedores brasileiros, não somente nas empresas familiares, é a falta de separação das contas e finanças particulares daquelas referentes ao negócio. Essa linha pode ser mais difícil de se visualizar quando uma parte da família faz parte da organização, e a mistura entre as duas contas pode causar um descontrole na gestão e prejudicar a saúde financeira do empreendimento. Para facilitar a administração, recomenda-se que pessoa física e jurídica estejam em contas correntes separadas.

Deve-se também evitar que algum dos familiares faça retiradas além da quantia acordada: o salário de cada funcionário, inclusive do fundador, deve ser bem definido e pago conforme esse valor. No caso do administrador da empresa, o rendimento que ele deve receber é chamado pró-labore.

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3 – Contratação justa

O fato de ser filho, sobrinho ou neto não pode ser grande influenciador na contratação de um colaborador. Os parentes devem concorrer às vagas da empresa com os outros candidatos, sendo avaliados com os mesmos critérios e testes. Isso vale especialmente para os cargos superiores, que exigem habilidades de liderança e responsabilidade para arcar com decisões importantes.

4 – Sucessão planejada

Um dos maiores problemas específicos das empresas familiares é a falta de planejamento da sucessão. Uma transição de comando malsucedida pode afetar negativamente a gestão, inclusive abrindo risco de venda ou até falência do negócio.

Escolher e preparar quem irá tomar conta do empreendimento após o afastamento do fundador (ou seguintes líderes) é essencial para o futuro da empresa. Avalie qual dos parentes tem um perfil mais indicado para o cargo, invista na educação continuada e experiência desta pessoa e a prepare para assumir as responsabilidades da atividade.

5 – Conflitos familiares fora do ambiente empresarial

Quando se trabalha com pessoas de convívio muito próximo, ainda mais parentes, pode ser difícil separar as questões familiares das empresariais. Porém, essa delimitação é essencial para o bom funcionamento de um negócio, pois algumas situações irão exigir correções de processos ou de condutas que, se levadas para o lado pessoal, podem prejudicar os relacionamentos e desempenho do grupo. Os conflitos na família devem se manter fora do dia a dia da organização e todas as decisões devem ser tomadas racionalmente, e não com base nas emoções.

Independente do grau ou não de parentesco, todos os colaboradores devem ser tratados com respeito e de acordo com o ambiente em que estão inseridos.

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Alguns dos erros listados neste artigo mostram deslizes que, se não bem administrados, podem impactar negativamente a gestão de um negócio. Só porque uma empresa é formada por parentes, não significa que ela é menos eficiente ou profissional do que uma que não apresente a mesma característica.

Por isso, é importante que as empresas familiares invistam na sua profissionalização para crescerem e terem sucesso assim como os negócios tradicionais. Além de seguir as dicas acima, uma maneira de fazer isso é utilizar um software de gestão empresarial. Essa plataforma irá ajudar no controle e eficiência dos processos do empreendimento, otimizando o tempo do empreendedor para que ele lide com outras questões importantes do negócio.

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Além disso, o software gera relatórios detalhados de diversos setores do empreendimento, dando melhor controle e visualização da performance do negócio para uma tomada de decisão mais segura e assertiva.

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Rosana Moraes
Sobre o autor
Rosana Moraes
Assistente de Marketing de Conteúdo na VHSYS. Formada em Jornalismo pela PUCPR, com especialização em Mídias Digitais pela Universidade Positivo.

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