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A Reforma Tributária muda a lógica de cobrança de impostos sobre consumo e, com isso, pode alterar custos e preços em toda a cadeia produtiva. Para quem vende ou compra produtos, a pergunta é: o preço vai mudar?
O Brasil está em processo de substituição de um modelo com vários tributos federais, estaduais e municipais, por um sistema mais centralizado, baseado em dois novos impostos sobre consumo, são eles:
O objetivo é reduzir complexidade, eliminar cobranças cumulativas e dar mais transparência ao processo. Mas, na prática, essa troca altera o modo como o imposto entra na conta do custo das empresas e, consequentemente, do preço final.
Impostos sobre consumo fazem parte da composição do preço dos produtos. No modelo atual, muitos tributos se acumulam ao longo da cadeia e ficam “escondidos” no valor final. Por vezes, um item paga imposto sobre imposto, encarecendo o produto.
Com a reforma tributária, o imposto passa a ser não cumulativo e creditável em mais etapas. Ou seja, empresas podem recuperar parte do tributo pago em insumos, dependendo do setor e do tipo de produto. Esse novo fluxo muda a matemática da precificação.
A reforma não determina um único resultado. Ela muda regras, mas cada produto e empresa pode reagir de um jeito, dependendo de custos, créditos tributários e estratégia comercial.
Produtos que dependem de poucos insumos tributados, como um móvel sob medida de marcenaria (custo é majoritariamente composto projeto e montagem, e a compra de materiais tributados é proporcionalmente baixa).
Ou produtos que geram poucos créditos fiscais, como um serviço de manutenção de ar-condicionado que utiliza poucas peças físicas no ticket final, tendem a sentir aumento no custo tributário efetivo.
Nesses casos, é maior a chance de repasse de parte do aumento ao preço final.
A reforma também pode favorecer itens que hoje sofrem com tributação em cascata ou alíquotas desproporcionais.
A simplificação e o novo sistema de créditos podem reduzir o custo embutido e abrir espaço para queda ou estabilidade de preços.
Mesmo dentro do mesmo setor, duas empresas podem ter resultados diferentes. Isso acontece porque o preço final depende de:
Simule CBS e IBS de forma simples, visual e atualizada, acompanhando as fases da Reforma Tributária até o modelo definitivo.
Usar calculadoraPara não perder o lucro, nem competitividade, as empresas precisam revisar números, processos e ferramentas antes que o novo modelo esteja 100% ativo.
A partir do momento em que as alíquotas e regras de crédito estiverem valendo, o cálculo de custo muda. Por isso:
Não se trata mais de pagar menos imposto, e sim de não precificar errado. Sem simulações e estratégia, a empresa pode:
Ferramentas de gestão, como o vhsys, e rotinas fiscais precisarão acompanhar a nova lógica de imposto. Isso ajuda a evitar:
A reforma tende a trazer mais transparência. Isso significa que o imposto sobre consumo poderá aparecer de forma mais clara nas notas fiscais e nos cálculos de venda. Com isso, o consumidor:
Jornalista apaixonada pelas palavras e pelas pessoas. Pós-graduada em Gestão Comercial e Marketing Digital. Hoje, faz parte do time de conteúdo do blog do sistema de gestão vhsys, escrevendo sobre gestão de negócios e tributação, com foco em simplificar esses temas e a vida dos empreendedores, tornando a gestão mais eficiente e acessível!

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