Sonegação fiscal no Brasil registra R$ 455 bilhões

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Os números do Sonegômetro atingem a cifra de mais de R$ 455 bilhões em impostos sonegados no país de janeiro de 2014 até agora.

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O 14º Encontro Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional será o cenário de apresentação dos números do Sonegômetro que atinge a cifra de mais de R$ 454 bilhões em impostos sonegados no país de janeiro de 2014 até agora. O valor computado pelo painel da sonegação fiscal hoje supera em mais de duas vezes o Produto Interno Bruto (PIB) de Santa Catarina que está calculado em R$ 169 bilhões, de acordo com dados de 2011 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Até o final do ano o contador eletrônico deve ultrapassar os R$ 500 bilhões.

Para o presidente do SINPROFAZ, Heráclio Camargo, as pessoas precisam entender que todo mundo perde com a sonegação fiscal. “Estamos sempre falando sobre a alta carga tributária, mas também precisamos discutir o efetivo combate à sonegação e um sistema de cobrança mais justo para com os que ganham menos”, ressalta Camargo.

O Sonegômetro será instalado no halll de entrada do Resort Costão do Santinho/SC, onde será realizado o 14º Encontro Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional, que começa nesta quinta-feira (27), às 19h, e segue com ampla programação até sábado (29).

A iniciativa do painel da sonegação fiscal integra a campanha “Quanto custa o Brasil pra você?”, realizada pelo Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (SINPROFAZ).

Considerando que o Sonegômetro vai ultrapassar os R$500 bilhões até o final do ano, a comparação pode ser feita também com o PIB de todos os estados brasileiros. Ainda com base no estudo do IBGE de 2011 sobre o PIB por Unidades da Federação, o valor em tributos sonegados corresponde a 37,19% o PIB de São Paulo. A soma equivale ainda a 313,94% o PIB da Bahia e 2039,66% o PIB do Piaui.

Resultado de um aprofundado estudo desenvolvido pelo SINPROFAZ, o valor astronômico revela as consequências de um sistema tributário perverso, que reduz o poder de compra dos mais pobres e da classe média, provoca guerra fiscal entre estados e municípios, além de comprometer a competitividade do setor produtivo.

Fonte: Economia-SC

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